Papel da alimentação | Dia Mundial do Cancro

O cancro está, de facto, associado às práticas alimentares individuais?

Sim. De acordo com as evidências científicas, 30-50% das mortes por cancro podem ser prevenidas através da adoção de um padrão alimentar rico em cereais integrais, leguminosas e hortofrutícolas e pobre em gordura saturada, açúcar e álcool, atributos presentes na alimentação dos nossos antepassados e que retratava as características do padrão alimentar mediterrânico.
Adopte o padrão alimentar mediterrânico!

A alimentação tem um papel ativo no evoluir da doença?

Sem dúvida. A importância da alimentação não se esgota na prevenção. O stress, a depressão, a ansiedade e os efeitos secundários dos tratamentos, condições presentes nas fases de diagnóstico e tratamento da doença, podem afectar a ingestão alimentar e levar à malnutrição. Uma alimentação completa, variada, equilibrada e adaptada às necessidades individuais, permite manter um peso saudável, obter os nutrimentos essenciais, preservar a massa muscular, melhorar a qualidade de vida e reduzir os efeitos secundários dos tratamentos, optimizando o prognóstico da doença.

10-20% das mortes com cancro podem ser atribuídas à malnutrição.

Qual a influência da alimentação durante a fase de remissão?

Durante a remissão da doença, hábitos alimentares saudáveis permitem diminuir o risco, não só do regresso da doença, mas também, de outras doenças crónicas, cuja probabilidade de surgir nestes doentes, está aumentada.

Alimentos com “superpoderes” e planos alimentares “milagrosos” são prejudiciais a um bom prognóstico.
Consulte um nutricionista!

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