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Uma Gaia moderna, sem perder identidade.

Gaia moderna

Gaia é nome de uma deusa da mitologia grega que personifica o planeta Terra e, também, de uma teoria que descreve o planeta Terra “como um organismo vivo, que apresenta algumas características como a atmosfera com química e a capacidade para manter e alterar as suas condições ambientais”. Ou seja, para além de uma Gaia moderna, está associada a mudança, adaptação e evolução. Algo que tem tomado contornos reais no município que adoptou o seu nome: Vila Nova de Gaia.

Do turismo à cultura

Quase sempre considerada a “segunda cidade” do Douro apesar de ser a casa do Vinho do Porto e uma espécie de dormitório da cidade do Porto, Vila Nova de Gaia tem vindo a crescer nas últimas décadas. Em todos os aspectos. Do turismo à cultura, passando pela indústria ou serviços, a cidade tem-se transformado e não para de se reinventar. Vive uma transição.

Uma cidade de transição

Quem partilha desta opinião é o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vitor Rodrigues, que a define como “uma cidade de transição, que viveu muito em torno do conceito de dormitório, como aconteceu com todas as cidades do primeiro anel periférico da cidade do Porto, mas é uma metrópole que hoje se reconfigura do ponto de vista das actividades económicas e patrimoniais, tanto a nível turístico como relativo a redes de solidariedade, que é um domínio onde temos apostado, uma vez que queremos criar laços e coesão entre as pessoas. Só assim se cria uma identidade e, nesse aspecto, creio que Vila Nova de Gaia tem sido exemplar ao longo dos últimos anos”.

Gaia moderna - Vila Nova de Gaia é, actualmente, uma cidade de braços abertos para o mundo e com muito para oferecer. Pretende ser uma cidade global.

Eduardo Vitor Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

Fenómeno em Gaia

E essa identidade é algo que marca a cidade e estará sempre presente, mesmo com as mudanças que tem vivido. Há um fenómeno em Gaia que é o de um relativo bairrismo, de uma defesa da terra. É esse trabalho de equilíbrio. Sentirmo-nos de Gaia e ao mesmo tempo da nossa freguesia.

Nações Unidas

Isso é algo que faz parte, actualmente, dos manuais da sustentabilidade de todos os documentos que vão sendo produzidos pelas Nações Unidas, onde se reconhece que os laços se criam de base, mesmo de rua, e que não são impeditivos de termos um sentimento de pertença e afiliação a um concelho que cresce e, neste caso, quer ser importante no país.

 

 

Adaptado de: Público